São 17 outonos vividos e aprendidos. Tenho saudades doentias, períodos inconstantes. Tenho nos olhos lembranças de outros verões, verões tão meus, mil histórias pra contar. Um coração fácil e frágil por dentro de todos os atos; choro por tudo e sorrio mais ainda. Amo com uma facilidade absurda e odeio com a mesma intensidade. Aos poucos me descobri bem mais forte do que pensava. Escrevo de um modo meu, palavras que soam de dentro, sentimentos iguais; odeio que me roubem a paciência e a liberdade de dizer, de sentir, de mostrar. Sou a junção das pessoas que conheci, dos livros que li, das músicas que ouvi, dos filmes que assisti, dos cafés que experimentei, da lua, do frio, das chuvas que tomei e uma tonelada de sentimentos. Textos, frases, fotos... Meus pensamentos.
(Source: a-m-o-r-s-u-r-r-e-a-l, via f0r-eternity)
“Não desista, vá em frente, sempre há uma chance de você tropeçar em algo maravilhoso.”
(Caio Fernando Abreu)
(via caioetatidivos)
Tu me fazes sentir tão bem, tu tira-me sorrisos tão sinceros, espontâneos (…) Teu jeito, como explicar esse teu único jeito de fazer-me feliz? É de se impressionar, essa tua maneira de acolher-me com teus abraços, de confortar-me com o teu belo sorriso (…) Tu tens o poder de permanecer na minha cabeça, por fazer-me sorrir sem tua presença, por fazer-me sorrir apenas com tuas lembranças, lembranças que ficam, que não serão esquecidas (…)
em-palavras
— Marcelo Camelo e Mallu Magalhães, Janta. (via desapegar-se)
(Source: extratrex, via amandachrispim)